Archive for the 'Mensagens' Category



Comunhão & Pôr do Sol

No próximo domingo teremos um Encontro de Jovens especial, no Parque Marinha do Brasil.

=>>>> HORÁRIO também ESPECIAL: 16h00!

Vamos curtir juntos o pôr do sol! Convide amigos (=

Se possível, leve esteira/canga, chimarrão e umas guloseimas pra compartilhar com os irmãos ;)

Semana de Fé

Nesta semana acontece na Sede do Ministério a SEMANA DE FÉ.

Convide seus amigos e venha receber de Deus!

Mortificando a Carne – João Calvino (1509 – 1564)

A mortificação da carne e a vivificação do Espírito resultam da participação da Morte e da ressurreição de Cristo, a Regeneração real ou arrependimento.
Uma e outra, isto é, a mortificação da carne e a vivificação do Espírito, nos é comunicada em virtude da participação de Cristo. Ora, se de sua morte compartilhamos verdadeiramente, “nosso velho homem é crucificado por seu poder e morre o corpo do pecado” [Rm 6.6], para que não floresça por mais tempo a corrupção da primeira natureza. Se somos participantes de sua ressurreição, por ela somos despertados para a novidade de vida que corresponda à justiça de Deus. Portanto, interpreto o arrependimento com uma palavra: regeneração, cujo objetivo não é outro senão que em nós seja restaurada a imagem de Deus, a qual fora empanada e quase apagada pela transgressão de Adão.
Assim o ensina o Apóstolo, quando diz: “Nós, porém, de face descoberta, refletindo como em um espelho a glória do Senhor, somos transformados à mesma imagem, de glória a glória, como pelo Espírito do Senhor” [2Co 3.18]. Igualmente: “Sede renovados no espírito de vosso entendimento e revesti-vos do novo homem que foi criado, segundo Deus, na justiça e santidade da verdade” [Ef 4.23, 24]. Também, em outro lugar: “Revestindo-vos do novo homem que se renova segundo o conhecimento e a imagem daquele que o criou” [Cl 3.10]. Portanto, mediante esta regeneração, somos pela mercê de Cristo restaurados à justiça de Deus, da qual havíamos decaído através de Adão, modo pelo qual ao Senhor agrada restaurar integralmente a todos quantos adota para a herança da vida. E esta restauração, na verdade, não se consuma em um momento, ou em um dia, ou em um ano; antes, através de avanços contínuos, ainda que amiúde de fato lentos, Deus destrói em seus eleitos as corrupções da carne, os limpa de sua imundície e a si os consagra por templos, renovando-lhes todos os sentimentos à verdadeira pureza, para que se exercitem no arrependimento toda sua vida e saibam que não há nenhum fim para esta luta senão na morte.
Quão maior é a improbidade de certo paroleiro e apóstata impuro, Estáfilo, que vocifera dizendo que o estado da presente vida é por mim confundido com a glória celeste, enquanto de Paulo interpreto a imagem de Deus como sendo “verdadeira santidade e justiça” (Ef 4.24). Como se, realmente, ao definir-se alguma coisa não se deva buscar sua própria inteireza e perfeição. Ao afirmar que Deus restaura em nós sua imagem, não nego que o faça progressivamente; mas que, à medida que cada um avança, se aproxima mais da semelhança de Deus, e que tanto mais resplandece nele essa imagem de Deus [2Co 4.16]. Para que os fiéis cheguem a este ponto, Deus lhes assinala o caminho do arrependimento pelo qual percorram pela vida inteira.

Fonte: http://www.josemarbessa.com/2012/03/mortificando-carne-joao-calvino-1509.html

Palavrão? @#%*!!!! Como assim?!

[...] de vez em quando leio os murais e comentários de alguns dos mais de 3 mil “amigos” que tenho no Facebook e não poucas vezes me deparo com murais compartilhando fotos meio-eróticas, palavrões, para não falar de comentários cheios de palavras chulas e palavrões do pior tipo. Sei que boa parte destes amigos não são crentes em Jesus Cristo. Mas estou me referindo aos que se identificam como crentes, que postam tanto declarações de fé e amor a Jesus quanto material chulo.
Os argumentos a favor do uso de palavrões pelos crentes podem parecer bons: todo mundo usa, trabalho ou estudo num ambiente de descrentes e não quero parecer um ET, não tenho nenhuma intenção maligna ou pornográfica, etc.
O problema – para os crentes que tomam a Bíblia como regra de fé e prática e como o referencial de Deus para suas vidas – é o que fazer com estas passagens:
“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem” (Ef 4:29).
“3 Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos;  4 nem conversação torpe, nem palavras vãs ou chocarrices, coisas essas inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças.  5 Sabei, pois, isto: nenhum incontinente, ou impuro, ou avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus.  6 Ninguém vos engane com palavras vãs; porque, por essas coisas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.  7 Portanto, não sejais participantes com eles” (Ef 5:3-7).
“34  Raça de víboras, como podeis falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração.  35 O homem bom tira do tesouro bom coisas boas; mas o homem mau do mau tesouro tira coisas más.  36 Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no Dia do Juízo;  37 porque, pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado” (Mat 12:34-37).
“Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes” (1Cor 15:33)”.
“Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar” (Col 3:8).
“A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um” (Col 4:6).
“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento”. (Filip 4:8).
As interpretações destes versículos podem variar entre si, mas resta pouca dúvida de que o conjunto deles traz uma mensagem uniforme: o filho de Deus é diferente do mundo, no que pensa e no que fala. A pureza e a santidade requeridas na Bíblia para os cristãos abrange não somente seus atos como também seus pensamentos e suas palavras.
Eu sei que muitos vão dizer que o problema é a definição de palavrão. Entendo. Sei que palavras que ontem arrepiavam os cabelos de quem as ouviam, hoje viraram parte do vocabulário normal. Sei também que palavras que são palavrão numa região do Brasil não são em outra. Mesmo considerando tudo isto, ainda há muitos cristãos que usam palavrões no sentido geral e normal. É só ler blogs, comentários em blogs, murais e comentários no Facebook, tuítes da parte de gente que se diz crente.

Acho que a vulgarização do vocabulário dos evangélicos é simplesmente o reflexo do que já temos dito aqui muitas outras vezes: o cristianismo brasileiro é superficial, tem muita gente que se diz evangélica mas que nunca realmente experimentou o novo nascimento, as igrejas evangélicas estão cedendo ao mundanismo e ao relativismo da nossa sociedade. Em vez de sermos sal e luz estamos nos tornando iguais ao mundo no viver, agir, pensar e falar.

Proponho o retorno daquele corinho que aprendíamos quando éramos crianças nos departamentos infantis das igrejas históricas:

“O sabão, lava meu rostinho
Lava meu pezinho, lava minha mão.
Mas, Jesus, prá me deixar limpinho,
Quer lavar meu coração”.

PS: Comentários com palavrões não serão publicados, obviamente!

Chaves é convidado para o Encontro de Jovens na Zona Sul

1º Encontro de Jovens 2012

Fala, jovem!  No  próximo domingo (04/03), teremos o 1º Encontro dos Jovens deste ano, será às 18h na congregação.

Programe-se e participe conosco!

Venha receber o que Deus tem preparado para nossa geração!

Pr. Alex – Eleição e Responsabilidade – Encontros de Fé – Zona Sul – POA/RS – 25/02/2012

Devocional

‎#Devocional. Hein? O que é isso?

Tem origem na palavra DEVOÇÃO, que significa ‘dedicação íntima’.
Devocional é um período do dia que separamos para ter um momento de intimidade e comunhão com Deus, através da leitura da bíblia e também da oração e da adoração.

Por onde começar meu #devocional?????

1. Separe um lugar tranqüilo, livre de distrações. Dê preferência para estar sozinho.
2. Escolha um texto bíblico (Ex: Parábola dos Talentos Mt 25:13-29)
3. Ore pedindo revelação
4. Leia, risque e rabisque sua bíblia. Faça anotações e destaque o que chamou sua atenção. Pesquise palavras/expressões que não entendeu.
5. Após ler, pergunte-se:
– como isso se aplica a minha vida?
– existe alguma promessa neste texto? Algum exemplo a ser seguido?
– devo confessar algum pecado?
6. Ore novamente

E isso aí, galera! Virão mais dicas sobre #devocional.

Fica ligado e não deixe o dia de hoje passar sem dedicar um tempo ao Pai ;)

Karoline Dal Soto

Geração Eleita Poa

2 TESSALONICENSES 1:9 – O ímpio será totalmente aniquilado ou sofrerá um consciente castigo eterno?

Algumas passagens das Escrituras, tal como essa, dizem que o ímpio será “destruído” por Deus, sofrendo “a segunda morte” (Ap 20:14) ou indo para a “perdição” ( 2 Pe 3:7). Contudo, em outras passagens o texto fala que os ímpios sofrerão um consciente tormento (por exemplo, Lc 16:22-28). Os que não forem salvos serão aniquilados, oi terão um consciente sofrimento para sempre?

Nesse versículo “destruição” não significa aniquilação, pois em caso contrário não seria uma destruição “eterna”. A aniquilação se da num instante, e pronto, terminou. Se alguém sofre uma destruição eterna, então tem de ter uma existência eterna também.

Além disso, a “morte” não significa aniquilação, mas separação. Adão e Eva morreram espiritualmente no momento em que pecaram, contudo eles ainda permaneceram existindo e podiam ouvir a voz de Deus (Gn 2:17; cf. 3:10). De igual modo, antes de alguém ser salvo, ele está “morto em seus delitos e pecados”(Ef 2:1), contudo ainda é a imagem de Deus (Gn 1:27; cf. 9:6; Tg 3:9), e é convidado a crer (At 16:31), a arrepender-se (At 17:30) e a ser salvo.

Assim também, quando é dito que o ímpio vai para a “perdição” (2 Pe 3:7) ou quando Judas é chamado de “filho da perdição” (Jo 17:12), is: o não significa que eles sejam aniquilados. A palavra “perdição” (apoleia) significa apenas perecer ou ir à ruína. Carros que foram sucatados já pereceram no sentido de terem sido totalmente arruinados, mas ainda são carros, arruinados como estejam, e ainda permanecem no cemitério de veículos. Fazendo um paralelo, Jesus falou do inferno como sendo um cemitério de sucatas ou um campo de lixo, onde o fogo não cessará jamais, e onde o corpo da pessoa ressuscitada não será consumido (veja os comentários de Marcos 9:48).

Finalmente, há várias evidências em favor da consciência eterna do perdido. Primeiro, o rico que morreu e foi para o inferno tinha plena consciência de seu tormento (Lc 16:22-28), e não há indicação alguma no texto de que esse tormento um dia iria terminar.

Segundo, Jesus falou repetidamente que, para as pessoas no inferno, “haverá choro e ranger de dentes” (Mt 8:12; 22:13; 24:51; 25:30), o que indica que elas estarão lá conscientes.

Terceiro, a Bíblia diz que o inferno tem a mesma duração que o céu, ou seja, é “eterno” (Mt 25:41).

Quarto, o fato de o castigo ser eterno indica que as pessoas também são eternas. Não se pode sofrer o castigo, a menos que a pessoa exista, para ser punida (2 Ts 1:9).

Quinto, a besta e o falso profeta serão lançados vivos dentro do lago de fogo quando começar o milênio (Ap 19:20), e ainda estarão lá, conscientes e vivos, depois de mil anos (Ap 20:10).

Sexto, as Escrituras afirmam que o diabo, a besta e o falso profeta “serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos” (Ap 20:10). Mas não há como ser atormentado pelos séculos dos séculos sem estar consciente pelos séculos dos séculos.

Sétimo, Jesus repetidamente referiu-se ao inferno como um lugar onde o fogo não se apaga (Mc 9:48), onde os próprios corpos dos ímpios nunca morrerão (cf. Lc 12:4-5). Mas não faria sentido algum haver chamas eternas, se os corpos não tivessem alma, que é necessária para a pessoa sofrer o tormento.

Oitavo, a mesma palavra usada para o verbo “perecer”, a respeito do ímpio, no AT (abad) é empregada também a respeito da morte do justo (veja Is 57:1; Mq 7:2). A mesma palavra é usada para descrever coisas que simplesmente tenham sido perdidas, mas depois encontradas (Dt 22:3), o que prova que “perdido” no texto em questão não significa deixar de existir. Assim, se “perecer” significasse “sofrer uma aniquilação total”, então o salvo seria aniquilado também. Mas sabemos que isso não acontece.

Nono, seria contra a própria natureza dos seres humanos a sua aniquilação, já que eles são feitos à imagem e semelhança de Deus, o qual é eterno (Gn 1:27). Para Deus, aniquilar a sua imagem no homem seria atacar o reflexo dele mesmo.

Décimo, a aniquilação seria algo que diminuiria tanto o amor de Deus como a natureza do ser humano como uma criatura moralmente livre. Seria como se Deus dissesse ao homem: “Vou permitir que você seja livre somente se você fizer o que eu digo! Senão, acabarei de uma vez com a sua própria liberdade e com a sua existência!” Seria como um pai que dissesse ao filho que queria que ele se tornasse médico e, quando o filho decidisse ser guarda florestal, o pai o matasse!

O sofrimento eterno é um eterno testemunho da liberdade e da dignidade do homem, mesmo daquele que não se arrependeu.

Fonte: Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e Contradições da Bíblia – Norman Geisler e Thomas Howe

Jó realmente existiu?

O primeiro versículo do livro de Jó apresenta-nos a principal personagem como uma pessoa histórica que realmente existiu e viveu na terra de Uz. Entretanto, alguns eruditos da atualidade têm questionado a real existência do homem chamado Jó. Foi ele de fato uma pessoa real?

Jó realmente existiu. Em primeiro lugar, o versículo um deste livro afirma isso com clareza. Não há indicação literária alguma de que tal afirmação deva ser considerada sob qualquer outro enfoque, que não como a assertiva de um fato real. E isso deve ser admitido com a mesma certeza com que se aceitam outras afirmações históricas no restante da Bíblia.

Em segundo lugar, a existência real de Jó é confirmada por referências feitas em outras partes das Escrituras. Em Ezequiel 14:14,20, Deus cita Jó junto com Daniel e Noé como exemplos de homens justos. Questionar a existência de Jó é o mesmo que questionar se Daniel e Noé existiram. Adicionalmente, isso seria também questionar se Deus é verdadeiro, por ter ele feito referência a esses homens (por meio de Ezequiel) como pessoas reais que viveram no passado.

Finalmente, em Tiago 5:11, encontramos uma referência a Jó na qual ele é tido como exemplo de paciência em meio a uma tribulação. Tiago refere-se a Jó como que mencionando fatos concretos, dando a entender que ele considerou que Jó existiu e que tudo o que o livro de Jó relata ter ele sofrido foi real. Não haveria força alguma no apelo de Tiago se Jó tivesse sido apenas uma personagem de ficção. Pois, nesse caso, que conforto a sua vida daria a pessoas reais?

Fonte: Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e Contradições da Bíblia, por Norman Geisler e Thomas Howe


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